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sábado, 3 de maio de 2014

Exposição de Collado no Palácio dos Duques de Bragança, promovida pela Galeria Vieira Portuense, em Maio de 2009


El pintor José María González Collado nace en Ferrol en 1926.
A los 12 años ingresa en la Escuela de Artes y Oficios de Ferrol, la más antigua de este tipo en Galicia.
Estudia en la Escuela de Aprendices de Bazán, entrando en el Departamento de Delineación y Electricidad de esa empresa.
En 1942 conoce al pintor, ya consagrado Felipe Bello Piñeiro, que en ese año fué elegido Académico de Número de la Real Academia de Bellas Artes de la Coruña.
A los 17 años recibe su primer premio en la Exposición de Arte, Educación Y Descanso, en La Coruña (1943); a los 18 gana el primer premio en la V Exposición de Arte del SEU, en La Coruña y le conceden una beca de ayuda juvenil con la que se irá a estudiar a Madrid.
En 1944 realiza su primera exposición individual en el Casino Ferrolano, cuando solamente contaba 18 años.
En 1945 se desplaza a Madrid para estudiar pintura. El afán de aprender es enorme y a diario visita el museo del Prado: siente fascinación por Velázquez, admira a Goya al que considera el mejor pintor del mundo, precursor del impresionismo y de la pintura moderna.
Pronto tiene que regresar a Ferrol a cumplir el servicio militar. Despues de realizar la instrucción, consigue a través del escritor Camilo José Cela- al que había conocido en las tertulias de la capital- que lo destinen de nuevo a Madrid para así poder continuar sus estudios. Por fin tiene la oportunidad de realizar el examen de ingreso en la Escuela de Bellas Artes, dibuja, a tamaño natural, una figura de una escultura griega de dos metros de altura. Aprueba con el número 2, en un curso de 90 alumnos. En la escuela aprenderá sobre forma y color, técnicas y estilos.
En esta época visita el magnífico pintor ferrolano Alvarez de Sotomayor, que se convierte en su protector y maestro, prestándole consejo, y en alguna ocasión ayuda económica.
En 1947 se casa con Josefina Pena, con la que sigue felizmente tras casi cuarenta años de matrrimonio. Tienen tres hijas que siguen la senda artística de sus padres: Fina, en publicidad, Lilí en restauración de obras de arte y Merchi en restauración de documentos.
Viaja por el norte de Africa, Marruecos y Argelia, donde pinta nuevos temas y otros colores.
En 1957 viaja a París donde se empapa de museos y pintores, en el centro mundial de las últimas tendencias artísticas desde el siglo XIX.
En 1959 vuelve a Madrid, y allí permanece hasta 1997, año en que regresa a Ferrol, donde monta su nuevo Estudio 46 en el sigue trabajando, con los bríos propios de un joven artista.
A finales del 2006, el Ayuntamiento de Ferrol le organiza una Exposición Antológica donde presenta mas de 160 obras que constituye un éxito de crítica y público. Al mismo tiempo le es concedida la insignia de oro de la ciudad, y se urbaniza una plaza frente a su estudio que llevará su nombre, Plaza de José González Collado.

Con motivo del Día Internacional de los Museos, la galería Vieira Portuense (Oporto) organiza una exposición de pintura de José González Collado en el Palacio de los Duques de Braganza, en Guimaraes, inaugurada el 16 de mayo de 2009.

EXPOSIÇÃO DE PINTURA de COLLADO, Agosto de 2009




De 29 de Agosto a 26 de Setembro de 2009, as paredes da Galeria Vieira Portuense estiveram preenchidas por 37 obras de José González Collado.
Este artista plástico fez parte do grupo de intelectuais que, nos começos dos anos sessenta, deram impulso ao movimento Luso-Galaico, que rodava à volta da revista "Céltica" fundada e dirigida por Oliveira Guerra.
Já por esses tempos pensou González Collado numa exposição das suas obras na cidade do Porto.
Todavia, a mudança do artista plástico para Madrid e o falecimento de Oliveira Guerra fizeram desfalecer o projecto.
Porém, quando os directores da Galeria Vieira Portuense convidaram Fernandes Costa para curador daquele espaço de exposições, tomou este a iniciativa de alargar a influência da galeria a todas as regiões ibéricas, por ser esse o espaço natural de intervenção de quem está sediado a cerca de 600 quilómetros da fronteira mais longínqua do país, por um lado, e por outro por serem interessantes os desafios de trazer ao Porto nomes de artistas plásticos de outras escolas para além das portuguesas.

Prosseguindo tal desiderato, tornou-se incontornável convidar os vários artistas galegos que já passaram pela galeria, entre os quais José Maria González Collado.

sexta-feira, 2 de maio de 2014

A RUPTURA DO IMPROVÁVEL, pintura de Porfírio Alves Pires, em Outubro de 2009




A ruptura do improvável é como se fossem as páginas do caderno onde se vai registando a improbabilidade, quando ela acontece, e que retraça um caminho entre a pintura figurativa e o abstraccionismo formal. (Porfírio Alves Pires)

PORTAS DA PERCEPÇÃO, pintura de Alberto D' Assumpção, Fevereiro de 2009


A grande beleza nunca foi inimiga do rigor técnico, antes pelo contrário: por vezes é este que ajuda a gerar superlativamente aquela, sobretudo quando se consegue conciliar a clarividência intelectual, com uma intensa chama anímica, que guia os passos nessa demanda dos eternos labirintos da beleza, e isso está claramente expresso na tua obra.

Carlos Almeida

Exposição Colectiva em Janeiro de 2009


Com obras de vários artistas plásticos nacionais e estrangeiros esteve patente até Fevereiro de 2009 uma exposição colectiva

quinta-feira, 1 de maio de 2014

PEDRO BUENO SALTO, exposição de pintura, Maio de 2009


A obra deste pintor galego está, a meu ver, envolta numa espiral de vivências artísticas. Dito por outras palavras, a sua obra evolui em torno de uma forte coerência sem se afastar em direcções indefinidas, mas antes assumidas como uma assinatura sem alterações, independentemente das diferentes emoções vividas em cada partilha com os seus incontáveis interlocutores.
Afirma-se autodidacta e só por si, é quanto basta para melhor percebermos o quão coerente tem sido no constante estudo das técnicas, como e para mim principalmente, daquilo que um artista plástico sempre vê para além do que outros olhares possam contemplar. E arte será sempre um modo de realizar, não tanto uma maneira de pensar. Contudo, uma obra é também ela um projecto que todavia, não depende apenas da sua execução, mas é neste detalhe que se revela o artista.
É nesta sua acção que Pedro Bueno Salto nos confirma ser coerente na sua evolução de uma sensibilidade cultivada, ora nos rostos do mundo rural, ora nas suas máscaras venezianas que nos fixam serenamente, ou ainda nas alegorias de um mesmo mundo onde a figura feminina, sensual e aparentemente indiferente ao olhar do pintor, é-nos mostrada por inteiro, envolta numa bem combinada harmonia cromática. Versátil, o artista não é indiferente aos lugares onde também nós somos xente . E sua Galicia, a “nossa” Galiza, constitui também uma faceta na sua criação artística, cujos cantos e recantos reencontramos nesse seu tão interessante modo de os reinventar. “Gracinhas” Pedro Bueno Salto.


Álvaro Nazareth - 2009

DINÂMICA DE COR, pintura de Irene Pissarro, Julho de 2009


A minha pintura assemelha-se a um jogo.
Esse jogo tem diversos protagonistas que são os pontos, as linhas, as cores e são comparáveis às letras do alfabeto.
Essas letras do alfabeto interagem e dão origem a formas, a texturas, a volumes, ao espaço, etc.
Constituem um tipo de linguagem pictórica, composta pelos protagonistas que interagem e ganham sentido numa composição; tal e qual como na linguagem verbal ou musical e todo o tipo de linguagem.
Este primeiro comentário tem muito sentido para mim, porque ao jogar com esses elementos, posso passar fácilmente do abstraccionismo para o figurativo e vice-versa sem pensar que o processo constitui uma fase sem retorno.
Existe um elemento muito importante e que está quase sempre presente; esse elemento tem o nome de “COR” e constitui para mim uma verdadeira paixão. Ela apoderou-se de mim muito mais que a própria forma e tem tendência a sofrer metamorfoses a uma grande velocidade.
Neste momento está a ficar mais suave mas, quem sabe, logo a seguir poderá evoluir para outros contrastes e assim sucessivamente….
O título desta exposição constitui uma proposta resultante de um estudo sobre a percepção da cor e o que ela traduz em emoção, equilíbrio, harmonia e desarmonia. Tudo depende da colocação na composição e das emoções e pensamentos que a cor provoca em nós.
O branco, o azul, o vermelho vivo, o vermelho carmim, o verde, o castanho, o creme, etc, nunca estão lá por acaso.
Existe uma intencionalidade na plasticidade da cor e na espessura da tinta.
Os “temas” são vários consoante os momentos. Existe uma tendência para captar a faceta poética e feminina da vida.

A COR, a forma, as texturas, o traço, o equilíbrio e a intencionalidade do tema dão expressão ao conjunto.

1º ENCONTRO INTERNACIONAL DE ARTE AO REDOR DO TOURO, em Novembro de 2009



Inauguración de la exposición Ao redor do touro, en la Galería Vieira Portuense de la ciudad de Oporto
Con la participación de un nutrido grupo de artistas de nuestra comunidad fue inaugurada la exposición colectiva que tiene como tema central el toro, de esta inauguración nos han enviado algunas fotos, que acompañamos en esta breve nota.
O sábado 14 de novembro, na Galería Vieira Portuense, inaugurou-se uma exposição de pintura, escultura, fotografia e gravura em que participam 50 artistas plásticos da Península Ibérica, 3 do Brasil e 1 de Itália. Entre eles estão Luís Berrutti, presidente da Fundação Berrutti de Valdemanco (Madrid), Pedro Morillo, director da Galería Morillo (Madrid) e Fernando Eguia, autor do projecto “El valle de los sueñosVal de los Sueños” em  Puebla de la Sierra, na região de Madrid. A presença portuguesa estende-se do Minho ao Alto Alentejo e a espanhola da Galiza a Madrid. Da Itália vem Sílvio De Cesare, com a sua mensagem divisionista. Do Brasil vêm Cassio Mello, Constância Néry e Pedro Büest.
O tema central é o touro em todas as suas vertentes, desde o mitrismo às referências pré-históricas de Altamira e Guisando, até à arte do toureio dos tempos modernos, passando pelo boi, o pacato e domesticado boi que ameniza o trabalho do homem nos campos ou na arte xávega, alimenta-o e aconchega-o com as sua carne e a sua pele, até à paródia do Boi de Parentins do interior do Brasil. Também aqui tem lugar o “Boi do Pobo” o macho activo do agreste planalto Barrosão. Uma exposição a não perder, não só pelo valor dos Mestres participantes, mas também pela variedade das técnicas e temas das obras expostas.

Participantes: Adelaide Moça (Porto), Alberto D'assumpção (Guimarães), Angeles Jorreto Veiga (Ourense), Aníbal Alcino (Viana Do Castelo), António Agante (Coimbra), António Maria (Torres Vedras), Bruno Santos (Vila Nova De Gaia), Carlos Godinho (Estremoz), Cássio Mello (Brasil), Constância Néry (Brasil), David González (Madrid), Delfina Mendonça (Lisboa), Federico Eguia (Puebla De La Sierra-Madrid), Francisco Charneca (Évora), Francisco Garcia Rey (Ferrol), Nunes Amaral (Lisboa), Gabrielux (Pedrezuela-Madrid), Galia Blanco (Vigo), Griñon (Pedrezuela-Madrid), Irene Pissarro (Lisboa), J.Valcárcel (Ourense), Joaquim Manzano (Arévalo-Madrid), José Cardoso (Lisboa), José González Collado (Ferrol), José Luiz Busto (Corunha), Júlio Capela (Caminha), Lopes De Sousa (Aveiro), Luis Berrutti (Valdemanco-Madrid), Luis Soares (Cascais), Kim Molinero (Lisboa), Marcelo Léonard (Corunha), Marcial Ortiz (Corunha), Maria Da Glória (S. João Da Madeira), Carmen Santaya (Madrid), Maria Tareixa Barros (Corunha), Maria Teresa Braz (Lisboa), Marina Cocos (Pontevedra), Miguel Zelada (Corunha) Óscar Almeida (Coimbra), Paulo Medeiros (Viseu), Pedro Bueno Salto (Corunha), Pedro Charneca (Lisboa), Pedro Charters D'azevedo (Lisboa), Pedro Morillo (Madrid), Porfírio Pires (Lisboa), Rafael Nadales (Ferrol), Rebeca Carpizo (Madrid), Rosaura Serrano Sierra (Madrid), Rui Coelho Santos (Porto), Sara Garrote (Chuca) (Corunha), Silvio De Cesare (Avellino-Italia), Teodoro Büest (Brasil), Xesco (Londres) E Yolanda Carbajales (Ourense). (Artistas de Gallicia)

"O DESEJO DO EFEITO BORBOLETA" de Victor Silva Barros, em Dezembro de 2009



Victor Silva Barros

Está representado em colecções particulares e oficiais em Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Brasil, Holanda, Suíça, Alemanha, Bélgica, Estados Unidos e Rússia.

Individualmente apresentou mostras nos Museus de Ovar, Albano Sardoeira, Amarante, Martins Sarmento, Guimarães, Ramón Maria Aller, Lalin, e nas Galerias Picasso e 1990 d.c., Viana do Castelo, Árvore, Porto, Primeiro de Janeiro, Porto e Coimbra, Capitel, Leiria, Turismo, Caldelas, Povoa de Varzim, Chaves, Aveiro, Casa da Cultura, Fafe, Horizonte, Figueira da Foz, Convés, Aveiro, Orfeu, Androx e Caixa Vigo, Diputación Provincial de Lugo, Casa da Cultura de Orense, Centro Unesco, Porto, …
Em 1991, o Museu dos Biscaínhos de Braga dedica-lhe uma retrospectiva da obra dos anos 80.

Colectivamente participa em mostras em Viana do Castelo, Porto, Lisboa, Aveiro, Vila Nova de Famalicão, Ibiza, Bilbao, Burgos, Vigo, Santander, Valladolid, Madrid, Monte-Carlo, Tóquio, Okinawa, nara, fukuoka, Iangeac, Brioude, Rion, Chatel-Guyon, Puy-en Velay, Paris, Quebec, etc., salientando-se:

1981: “Inaugural Exhibition of the Japan International Artists Society”, Art Museum, Tóquio, “XV e XVII Grand Prix International d’Art Contemporain”, Monte-Carlo, “Biennale International Quebec/France”, Galerie Anima G, Quebec, “Ibizagrafic 74”, Museo de Arte Contemporaneo de Ibiza, “El Colectivo Androx”, Galeria Arlazon, Burgos e Galeria Millares, Madrid, “Salão dos Independentes, Paris, “Exposition International de Paris”, Galerie de Nesle, Paris, “IX Hall aux Toiles” Mairie du VI arrondissement, Paris, “I e II Exposições Colectivas da Cooperativa àrvore”, Porto, “Biennale International d’Auvergne”, Chatel-Guyon, “Arte Nuevo – Años 90”, Centro Cultural Galileo, Madrid, “II Prémio de Pintura Eixo Atlântico, “Casa das Artes, Vigo – itenerante Portugal, Galiza.

Entre 1968 e 1977 colabora em vários jornais nacionais com contos, poesia, textos teóricos e crítica de arte e trabalha igualmente como redactor nos jornais “República” e “Página Um”.

Foi co-fundador e director técnico das galerias Picasso e 1990 d.c. de Viana do Castelo e integrou júris de premiação da I a II Trienal Latina (Viana do Castelo e Puy-en-Velay.

Integrou os Colectivos “Androx” (Galiza) e 1990 d.c., de que foi coordenador.

Em 1988 publica “On Road”, colecção de textos de sua autoria inseridos em catálogos entre 1969 e 1988.

Exposições mais recentes:


Galeria Capitel, Leiria, 2006 – casa da Cultura, Fafe, 2006 – Antigos Paços do Concelho, Viana do Castelo, 2006 – galeria Almedina, Coimbra, 2007 – Sala de Exposições do Centro Social e Cultural de V. P. Âncora, 2009 – “Pontes Luso-Galaicas” Galeria Vieira Portuense, Porto – 2009 – “D’Art-Vez”, Casa das Artes, Arcos de Valdevez, 2009 – “Com Amadeu Costa, dês Anos Depois”, Museu do Traje, Viana do Castelo 2009 – “15ª Exposição Internacional de Artes Plásticas de Vendas-Novas – 2009.