Mostrar mensagens com a etiqueta Julho. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Julho. Mostrar todas as mensagens

sábado, 3 de maio de 2014

ENVOLVÊNCIAS GALEGAS, pintura de Sara Garrotte (CHUCA), Julho de 2010






Es para mi un placer presentar no sólo la obra de la autora ferrolana Sara Garrote, «Chuca», sino su persona como artista y ser, como base de todo un proceso, de todo un proyecto en el que su trabajo se nos muestra como sustancial referente de una obra cuidada, atrayente, viva, de gran sensualidad, lo cual la hace muy particular...
Para la complementación exacta y desarrollo formal de la misma han sido primordiales sus estudios y conocimientos del dibujo, pastel, ceras, óleo, y diversas técnicas mixtas los cuales han acrecentado sin duda su capacidad de recrear ambientes con esa habitual y reseñable calidad, fruto de la sinceridad expresiva y de un marcado estilo propio.
______________________
Francisco Arroyo Ceballos

Artista Plástico / Crítico Independiente / Director del CIALEC (Centro Internacional de Arte y Literatura E. Córdoba)

quinta-feira, 1 de maio de 2014

DINÂMICA DE COR, pintura de Irene Pissarro, Julho de 2009


A minha pintura assemelha-se a um jogo.
Esse jogo tem diversos protagonistas que são os pontos, as linhas, as cores e são comparáveis às letras do alfabeto.
Essas letras do alfabeto interagem e dão origem a formas, a texturas, a volumes, ao espaço, etc.
Constituem um tipo de linguagem pictórica, composta pelos protagonistas que interagem e ganham sentido numa composição; tal e qual como na linguagem verbal ou musical e todo o tipo de linguagem.
Este primeiro comentário tem muito sentido para mim, porque ao jogar com esses elementos, posso passar fácilmente do abstraccionismo para o figurativo e vice-versa sem pensar que o processo constitui uma fase sem retorno.
Existe um elemento muito importante e que está quase sempre presente; esse elemento tem o nome de “COR” e constitui para mim uma verdadeira paixão. Ela apoderou-se de mim muito mais que a própria forma e tem tendência a sofrer metamorfoses a uma grande velocidade.
Neste momento está a ficar mais suave mas, quem sabe, logo a seguir poderá evoluir para outros contrastes e assim sucessivamente….
O título desta exposição constitui uma proposta resultante de um estudo sobre a percepção da cor e o que ela traduz em emoção, equilíbrio, harmonia e desarmonia. Tudo depende da colocação na composição e das emoções e pensamentos que a cor provoca em nós.
O branco, o azul, o vermelho vivo, o vermelho carmim, o verde, o castanho, o creme, etc, nunca estão lá por acaso.
Existe uma intencionalidade na plasticidade da cor e na espessura da tinta.
Os “temas” são vários consoante os momentos. Existe uma tendência para captar a faceta poética e feminina da vida.

A COR, a forma, as texturas, o traço, o equilíbrio e a intencionalidade do tema dão expressão ao conjunto.